Galeria de Alexandre André dos Santos

Arte em MirafloresIgreja de Miraflores próximo ao Parque DomodossolaLa Punta - CallaoForte Real FelipeIgreja de Santo Domingo Igreja de San Francisco
Palacio de GovernoPalácio de GovernoCatedral de LimaPalácio de Governo - interiorPalácio de Governo - interiorSimbolo do Perú
Catedral de Lima - InteriorIgreja de MirafloresMobilidade urbana em LimaLarcomarfarol
Praça do Cruzeiro, Memorial JK e Torre de TV em Brasília

Para comemorar mais de 2 mil visualizações no Flickr!!!!

Fronteira e Não-Lugar

Nada melhor para exemplificar o não-lugar que uma área de fronteira em disputa. Assim, além desta postagem, vou deixá-la ao lado como uma página, para tratar de casos interessantes sobre alguns não-lugares brasileiros. Espero mais a frente colocar algo sobre os vários não-lugares do mundo.

Sempre acreditei que o Brasil fosse um país que nao tivesse mais disputas de fronteiras com nossos hermanos sulamericanos. Ledo engano.

Descobri, navegando em um site da CIA sobre os países do mundo (veja aqui), que o Brasil tem questões de fronteira a resolver com três países: Bolívia, Paraguai e Uruguai.

Fui pesquisar um pouco mais e descobri bons textos que resumem as pendências. Como eles estão em links apenas, e a internet é muito “fluida”, passei-os para o pdf e os coloco a disposição abaixo. Os links para a página estão abertos no pdf e todo o material pode ser obtido aqui.

Caso Brasil Bolívia

Caso Brasil Paraguai – Guaira

Caso Brasil Paraguai – Maracajú

Caso Brasil Uruguai – Ilha Brasileira

Caso Brasil Uruguai – Masoller

Tecnologia e a questão urbana – dois exemplos

Nesta última viagem que fiz a foz do Rio da Prata (Montevideo, Punta del Este e Buenos Aires), talvez pela aproximação com o tema, meu radar alcançou alguns bons exemplos de uso da tecnologia na questão urbana.

O primeiro exemplo foi a possibilidade chamar os taxis através de SMS de telefones celulares em Montevideo.

Além da objetividade e rapidez, a ação  garante acessibilidade as pessoas com deficiência auditiva.

Outro exemplo foi inclusão das praças de Buenos Aires no Facebook. Com essas páginas, se observa a aproximação da comunidade local com tais praças, e novamente a agilidade na obtenção de informações sobre a necessidade de reparos, da agenda cultural e esportiva de tais espaços, proporciona aproximação.

Plaza Intendente Alvear (em frente ao Cemitério da Recoleta em Buenos Aires) no Facebook!

Esses dois pequenos e simples exemplos dão contorno para a revolução que o uso das tecnologias está proporcionando na vida cotidiana das pessoas.

Brasil: Uma Nova Política dos Patacões?

Alguns setores da midia tem dado destaque ao movimento desencadeado pelo governo Lula em anistiar dívida de países pobres, no esforço de obter votos para o Brasil obter uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU.

Citam o perdão de cerca de US$ 611,1 milhões em dívidas de países como Moçambique, Cuba,  Bolívia, Cabo Verde, Gabão e Nicarágua. A dívida nigeriana rolava há mais de 20 anos.

Tirando o fato de que esse dinheiro provavelmente ajudou a enriquecer uns poucos membros das elites locais desses países, é preciso reconhecer que o fato não é novo.

Já no período do Império o Brasil atuava na região da Bacia do Prata como financiador de países como a Argentina e o Uruguai.

Paulo Roberto de Almeida, no livro “Formação da Diplomacia Econômica do Brasil” revelou que o Brasil adotou uma “Diplomacia dos Patacões” entre 1851 e 1868, num contexto em que o país passou por um momento de grande expansão econômica.

O Brasil buscou, através do apoio financeiro, consolidar um espaço de hegemonia regional, em substituição a França e a Grã-Bretanha. Aparentemente, a diplomacia dos patacões resultou em vitórias políticas e diplomáticas para o governo brasileiro, mas também em enorme sangria aos cofres públicos do Tesouro.