Galeria de Alexandre André dos Santos

Arte em MirafloresIgreja de Miraflores próximo ao Parque DomodossolaLa Punta - CallaoForte Real FelipeIgreja de Santo Domingo Igreja de San Francisco
Palacio de GovernoPalácio de GovernoCatedral de LimaPalácio de Governo - interiorPalácio de Governo - interiorSimbolo do Perú
Catedral de Lima - InteriorIgreja de MirafloresMobilidade urbana em LimaLarcomarfarol
Praça do Cruzeiro, Memorial JK e Torre de TV em Brasília

Para comemorar mais de 2 mil visualizações no Flickr!!!!

Tecnologia e a questão urbana – dois exemplos

Nesta última viagem que fiz a foz do Rio da Prata (Montevideo, Punta del Este e Buenos Aires), talvez pela aproximação com o tema, meu radar alcançou alguns bons exemplos de uso da tecnologia na questão urbana.

O primeiro exemplo foi a possibilidade chamar os taxis através de SMS de telefones celulares em Montevideo.

Além da objetividade e rapidez, a ação  garante acessibilidade as pessoas com deficiência auditiva.

Outro exemplo foi inclusão das praças de Buenos Aires no Facebook. Com essas páginas, se observa a aproximação da comunidade local com tais praças, e novamente a agilidade na obtenção de informações sobre a necessidade de reparos, da agenda cultural e esportiva de tais espaços, proporciona aproximação.

Plaza Intendente Alvear (em frente ao Cemitério da Recoleta em Buenos Aires) no Facebook!

Esses dois pequenos e simples exemplos dão contorno para a revolução que o uso das tecnologias está proporcionando na vida cotidiana das pessoas.

Brasil: Uma Nova Política dos Patacões?

Alguns setores da midia tem dado destaque ao movimento desencadeado pelo governo Lula em anistiar dívida de países pobres, no esforço de obter votos para o Brasil obter uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU.

Citam o perdão de cerca de US$ 611,1 milhões em dívidas de países como Moçambique, Cuba,  Bolívia, Cabo Verde, Gabão e Nicarágua. A dívida nigeriana rolava há mais de 20 anos.

Tirando o fato de que esse dinheiro provavelmente ajudou a enriquecer uns poucos membros das elites locais desses países, é preciso reconhecer que o fato não é novo.

Já no período do Império o Brasil atuava na região da Bacia do Prata como financiador de países como a Argentina e o Uruguai.

Paulo Roberto de Almeida, no livro “Formação da Diplomacia Econômica do Brasil” revelou que o Brasil adotou uma “Diplomacia dos Patacões” entre 1851 e 1868, num contexto em que o país passou por um momento de grande expansão econômica.

O Brasil buscou, através do apoio financeiro, consolidar um espaço de hegemonia regional, em substituição a França e a Grã-Bretanha. Aparentemente, a diplomacia dos patacões resultou em vitórias políticas e diplomáticas para o governo brasileiro, mas também em enorme sangria aos cofres públicos do Tesouro.