O Brasil no PISA

Desenvolvido pela da OCDE, o Pisa é uma avaliação internacional de habilidades e conhecimentos de jovens de 15 anos, que visa aferir até que ponto os estudantes adquiriram conhecimentos e habilidades essenciais para a participação efetiva na sociedade. Desde a primeira edição do PISA, realizada em 2000, o Brasil vem participando dessa avaliação internacional na condição de país convidado. O Inep – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – tem sido, desde o primeiro momento, o responsável por essa avaliação no Brasil.

Estudando seus relatórios, verifica-se que esta avaliação foi pensada com o objetivo de buscar respostas para perguntas como “Até que ponto os alunos próximos do término da educação obrigatória adquiriram conhecimentos e habilidades essenciais para a participação efetiva na sociedade? As escolas estão preparando os alunos para enfrentarem os desafios do futuro? Quais estruturas e práticas educacionais maximizam oportunidades para alunos que vêm de contextos pouco privilegiados? Qual a influência da qualidade dos recursos das escolas nos resultados alcançados pelos alunos?”

O Pisa busca contribuir para a compreensão destas questões, ao fornecer um relato consistente de resultados comparáveis em nível internacional. Importante destacar que o PISA só se realiza a partir da efetiva colaboração entre os países participantes, reunindo suas experiências científicas por meio de um grupo de trabalho do qual participam especialistas de mais de trinta países, inclusive o Brasil, com larga experiência no desenho e na execução de sistemas de avaliação.

Abaixo deixo o caminho para todos os Relatórios do PISA elaborado pelo Inep. São 6 edições e o Brasil sempre esteve presente.

Relatório do PISA – Brasil 2000

Relatório do PISA – Brasil 2003

Relatório do PISA – Brasil 2006

Relatório do PISA – Brasil 2009

Relatório do PISA – Brasil 2012

Relatório do PISA – Brasil 2015

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Relatório de Gestão – 2011 e 2012

Abaixo segue um relatório histórico demonstrativo das ações desenvolvidas no período de março de 2011 à março de 2012 pela então Subunidade de Distribuição e Infraestrutura (UDI), pertencente à Unidade de Operações Logísticas (UOL) do Inep.

No Inep a Unidade de Operações Logísticas – UOL foi criada em 2011 com o objetivo de assumir todo o planejamento, coordenação, orientação e controle das atividades relacionadas à produção gráfica, à distribuição dos materiais e à aplicação das avaliações/exames realizados pelo Inep, e demais procedimentos necessários à implementação das ações operacionais das Avaliações Externas de Larga Escala.

A partir dessa ideia foram criadas 3 subunidades – Aplicação, distribuição e produção gráfica. Nessa estrutura e naquele momento se apresentava como responsabilidade da UDI/UOL:

  • planejar, coordenar, orientar e controlar a execução das atividades relacionadas à distribuição dos materiais necessários a aplicação das avaliações e pré-testagem de itens;
  • planejar e promover a realização de estudos visando à proposta de melhoria da qualidade no processo de coleta e distribuição dos materiais necessários a aplicação das avaliações e pré-testagem de itens;
  • coordenar, supervisionar e acompanhar a definição dos locais de armazenamento de materiais de avaliação e pré-testagem de itens; e demais procedimentos correlatos.

Esse Relatório consolida as atividades desenvolvidas no período de 2011 e 2012 dessa Subunidade.


Relatório de gestão DGP-UOL-2011/2012

Raimundo Colombo embaralha as cartas da política em Santa Catarina

  1. O Governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo (PSD), embaralhou as cartas do tradicional e marcado jogo político de Santa Catarina. Fazendo movimentos à esquerda e à direita, amplia o leque de adesão ao seu Governo e tenta minar resistência no Governo Federal.
    O primeiro movimento do Governador Raimundo Colombo foi sair do DEM, partido em franca decadência e rumo a extinção, como sabiamente profetizou Lula em discurso na campanha de 2010, em Joinville.
  2. Usando os mais variados (e envergonhados) argumentos, o Governador Raimundo Colombo aproveitou a janela (partidária) de oportunidade e levou o Governo de SC para o PSD.
  3. Aderindo ao PSD, o Governador ganhou asas, deu um passo em direção ao centro, entrou no cenário político nacional e ainda ganhou uma porta de acesso ao Governo Federal, já que o PSD vota regularmente com a Base do Governo Dilma.
  4. Só esse movimento já bastaria para embaralhar o jogo político do Estado. Santa Catarina sempre teve dois polos políticos bem marcados (MDB e ARENA, PMDB e PDS/PPR/PP), que os dois mandatos de LHS trataram de suavizar, e o PT de tentar tripolarizar. Mas a mudança de partido do atual inquilino do Palácio da Agronômica proporcionou ainda um subproduto não esperado (será!?!). A possibilidade de viabilizar a entrada na barca governista de novos parceiros (PP à frente), sem prejuízo da presença dos atuais condôminos da aliança vitoriosa nas urnas, e criar uma frente imbatível na sua reeleição de 2014.
  5. Assim, depois de um ano apoiando envergonhadamente o Governo, o PP está com bilhete na mão, à espera de uma vaga na tão sonhada janelinha do Governo do Estado. E vêm se esforçando muito para isso…
  6. @raimundocolombo no caminho certo . Assista ao video youtube.com/watch?v=1TObP-…
    December 27, 2011 5:51:39 AM EST
  7. Ponticelli justifica voto a favor do governo que marca compromisso com servidores
    December 14, 2011 4:52:17 PM EST
  8. Trazer o PP para o governo pavimenta a estrada da reeleição de Raimundo Colombo. Lógico que esse movimento tem que ser de soma, o que implica em não perder o PMDB.

    Mas tudo indica que o Governador vai conseguir apaziguar os ânimos nas hostes peemedebistas nesse momento de entressafra, até porque o PMDB de SC ainda tenta reconstruir a péssima imagem junto ao PMDB federal que construiu ao longo dos últimos anos, remando contra a correnteza e insistindo com alianças a direita (PSDB e DEM, por exemplo).

  9. O único problema que atrapalha esse novo jogo que o Governador está buscando jogar tem justamente um nome que costuma não aceitar prato feito: o PMDB.

    Para o jogo do Governador Raimundo Colombo funcionar, e garantir sem sobressaltos a reeleição, com a oposição quase que exclusiva do PT, é preciso “capar” os interesses do maior player da política catarinense.

    O movimento mais evidente neste cenário é buscar retirar do cenário os nomes que o Partido apresenta para 2014, hoje reduzidos a Mauro Mariani e Dario Berger. Os demais nomes do partido já estão alinhados com o projeto do Governador.

  10. December 1, 2011 8:39:00 PM EST
  11. Assim, a eleição de 2014 e o projeto do Governador passam necessariamente pela eleição de 2012 em Joinville e Florianópolis.
  12. December 1, 2011 8:39:00 PM EST
  13. É preciso ficar atento aos movimentos do Governador, pois a passagem incólume por 2012 está ficando estreita, em se tratando de PMDB: Se não viabilizar a tríplice aliança em Joinville em torno do PMDB ainda no primeiro turno, por exemplo, pode sair da eleição chamuscado justamente com o maior fiador da tríplice – o senador Luiz Henrique.

    Logicamente que nesse jogo, os que querem o PMDB disputando a cabeça de chapa majoritária em 2014 e a oposição (PT) ainda tem algumas peças para jogar, que passam pelo fortalecimento da participação do PMDB no Governo Federal, a busca de alianças em cidades estratégicas do Estado e a formação de uma frente alternativa em 2014, aliando os dois principais parceiros do Governo Dilma.